Pastor Rogerio Amorim, da Igreja Quadrangular, vira alvo após expressar desconfiança sobre vacinas e criticar governo Lula: “Eles são o próprio mal”

A liberdade de expressão e religiosa estão na mira da extrema-esquerda mais uma vez. O alvo agora é o pastor Rogerio Oliveira Amorim, da Igreja do Evangelho Quadrangular do Ecoville, em Curitiba, que foi atacado nas redes sociais e pela imprensa militante após manifestar sua opinião sobre o governo Lula e a vacinação contra a Covid-19.

O site Diário do Centro do Mundo (DCM), conhecido por sua linha editorial radicalmente esquerdista, publicou um ataque direto ao pastor, acusando-o de espalhar “fake news” e sugerindo que ele pode ter cometido um “crime contra a saúde pública”. Tudo porque, durante um culto, o religioso questionou a possibilidade de uma suposta mistura entre as vacinas contra a gripe e a Covid-19.

“Eles são o próprio mal”

A declaração do pastor viralizou após ser compartilhada pelo perfil do ativista digital no X (antigo Twitter) Vinicios Betiol, que exigiu investigações contra ele. “Pra atacar o Lula, pastor esquece os ensinamentos de Cristo e afirma que o governo vai fazer um experimento pra MISTURAR VACINAS DA COVID COM A DA GRIPE”, escreveu Betiol, inflamando ataques contra o líder religioso.

Durante sua pregação, Amorim expressou preocupações sobre a vacinação e a postura do governo: “Ontem uma menina de dez anos morreu infartada. Uma outra agora – eu esqueço de que idade era, mas um pouquinho mais também, a mesma coisa. O mundo está envenenado!”.

O pastor seguiu criticando a gestão petista: “Esse governo é capaz de tudo, qualquer coisa que se possa imaginar de mal eles são capazes. Eles são o próprio mal. Mas estão falando de misturar a vacina de Covid na vacina de gripe”.

Perseguição disfarçada de “combate às fake news”

Sem qualquer comprovação de crime ou infração, a militância digital exigiu punições contra o líder evangélico. Betiol foi além, atacando diretamente a isenção fiscal das igrejas e defendendo medidas contra a liberdade religiosa. “Nós pagamos a isenção fiscal pra esses sujeitos pregarem a religião, mas eles utilizam o púlpito das igrejas pra derrubar a aprovação do governo com base em Fake News”, publicou.

O DCM reforçou a perseguição ao pastor em sua matéria, alegando que ele “afirmou, sem apresentar provas, que o Governo Federal estaria misturando os imunizantes contra a Covid-19 e a gripe”. O site, contudo, ignorou que Amorim usou expressões como “pode ser uma falácia” e “mas pra quem sabe como eles agem”, deixando claro que expressava uma opinião, não uma afirmação categórica.

Liberdade de expressão sob ataque

A ofensiva contra o pastor Rogerio Amorim escancara um padrão de censura contra qualquer voz crítica ao governo petista. Opiniões divergentes são tratadas como “fake news”, e líderes religiosos que ousam questionar as políticas do governo são alvos de campanhas difamatórias.

Amorim finalizou seu sermão com uma mensagem de fé e esperança: “Nós estamos correndo todo tipo de risco, mas a palavra de Deus diz que veneno nenhum vai abater a vida de um filho ou de uma filha de Deus”.

O episódio deixa um alerta: até onde vai a liberdade de opinião no Brasil? E por que pastores e religiosos que criticam o governo são constantemente perseguidos?

Assista ao vídeo clicando aqui.

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