Deputada progressista faz esterilização definitiva em protesto contra Trump e renuncia à maternidade: “Não quero engravidar nesta América”

A deputada estadual Laurie Pohutsky, democrata de Michigan, revelou recentemente que passou por um procedimento de esterilização definitiva. A cirurgia, conhecida como ligadura tubária, envolve amarrar as trompas de Falópio.

A decisão de Pohutsky, uma personalidade até então irrelevante, foi motivada por razões político-ideológicas, em resposta à eleição de Donald Trump. A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Telegraph.

Com essa escolha, a esquerdista renunciou ao dom da maternidade, um mandamento divino que vem desde o Éden: Crescei e multiplicai-vos.

Em declarações públicas, a parlamentar afirmou que optou pelo procedimento por temer possíveis restrições ao acesso a contraceptivos na época.

“Há pouco menos de duas semanas, passei por uma cirurgia para garantir que eu nunca teria que passar por uma gravidez na América de Donald Trump”, ela disse a uma multidão de centenas de pessoas, algumas das quais seguravam cartazes comparando os republicanos aos nazistas.

Pohutsky, uma das vozes mais ativas na defesa do aborto (leia-se: infanticídio) e da chamada autonomia reprodutiva, justificou sua decisão como um ato de precaução diante das políticas pró-vida da administração Trump.

“Se você conhece pessoas que estão questionando a seriedade disso, vou me repetir: uma funcionária do governo optou pela esterilização voluntária porque não tinha certeza se conseguiria ter acesso a métodos contraceptivos no futuro.”

A parlamentar argumentou ainda que o governo republicano dificultou o acesso a diversos procedimentos de controle de natalidade, afetando especialmente mulheres de baixa renda e comunidades marginalizadas.

Atualmente, Laurie Pohutsky ocupa um cargo de liderança na legislatura de Michigan e continua promovendo pautas progressistas, incluindo leis que ampliam o acesso ao aborto e outros procedimentos relacionados à saúde reprodutiva. Sua postura tem gerado críticas severas de grupos conservadores, especialmente por seu apoio a diretrizes estaduais de diversidade, equidade e inclusão (DEI).

Deixe um comentário